Nossa Proposta

O Blog THAIS BRAME Terapias Vibracionais
foi criado para INTEGRAR uma nova maneira de viver.
Através da associação de várias terapias holísticas - Reiki, Florais, Radiestesia & Radiônica, Cromoterapia, Aromaterapia, Tarot, Cristais, Geobiologia, entre outras - estareI tratando sua energia com métodos de técnicas milenares e modernas, com altíssima vibração energética, fazendo com que todos os tratamentos sejam profundos e eficazes.
Através de um Mapa Diagnóstico, estarei acessando a sua energia, e indicando um tratamento totalmente personalizado, transmutando todas as energias que precisam ser equilibradas e modificadas.
Em MEUS trabalhos terapêuticos estarei olhando você como um todo, unindo o Corpo, a Mente e o Espírito, em toda sua forma de atuação e maneira de viver.
Minha maior meta e levar até você uma maior e melhor qualidade de vida através de equilíbrio energético e vibracional, fazendo com que você tenha uma nova dimensão de consciência que criará novos padrões de qualidade de energia, proporcionando uma vida equilibrada, saudável, vibrante, feliz e muito próspera.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

A hora de perdoar é agora



Perdoar é um ato amoroso que começa em nós mesmos e demanda muita reflexão e autoconhecimento. Daí pode-se voar para uma vida mais saudável – pois o perdão ajuda a barrar uma série de doenças – e surge uma deliciosa e perene sensação de paz.

Uma técnica havaiana, chamada oponopono, que significa “amar a si mesmo”, prega a cura interior antes de trabalhar o que está fora. Em outras palavras: à medida que você se cuida, seu mundo se modifica para melhor. Segundo o escritor e arquiteto Carlos Solano, essa técnica, usada para fazer prosperar a condição da casa, também pode ser adotada em prol dos relacionamentos amorosos, familiares e profissionais.

“Eu sinto muito, eu te amo” é um dos mantras do oponopono, uma amorosa forma de dizer perdão. Acho que o fato de perdoar, seja um acontecimento, seja uma pessoa, afeta a estrutura inteira de sua vida. Tanto faz escolher perdoar-se primeiro ou a outra pessoa. O que conta é entrar na freqüência do perdão, que libera o peso do passado e abre caminhos.

Perdoar, afinal, não remete apenas ao outro, mas, primeiro, a si mesmo. E isso, acredite, faz um bem danado: para a saúde do corpo, para o bem-estar da alma, para os relacionamentos e é uma habilidade que pode ser aprendida e praticada por qualquer um por meio dos mantras do oponopono ou até por exercícios de autoanálise.

Essa segunda possibilidade é proposta pelo psicólogo americano Fred Luskin, que fez do perdão seu objeto de estudo.

Luskin é diretor do Projeto do Perdão da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, e pesquisa isso há décadas.

O tema é abordado em sua mais recente obra, Aprenda a Perdoar e Tenha um Relacionamento Feliz (ed. Ediouro).

“Muitos casais se mantêm irritados durante anos com pequenas coisas, outros vivem ressentidos em casa ou no trabalho. Perdoar não é ser condescendente com a grosseria do outro ou se reconciliar com alguém que você não quer mais como parceiro. O perdão ajuda você a ter controle sobre seus sentimentos, é uma habilidade que pode ser aprendida e praticada em sua rotina”, disse Luskin em entrevista a BONS FLUIDOS. Isso significa tolerar o motorista que deu aquela fechada no trânsito, desculpar a atendente da loja pelo mau humor, se perdoar por sentimentos negativos, ações incorretas e histórias passadas.

O bem que faz para a saúde.
Segundo o especialista Fred Luskin, perdoar ajuda a barrar o desenvolvimento de problemas cardíacos e reduz os índices de câncer e outras doenças ligadas aos sentimentos negativos. Além disso, traz o delicioso sentimento de paz.

“Paz na mente, no corpo e no espírito. Há um grande alívio por não precisar guardar mais ressentimentos, rancores e mágoas. No início da prática, a paz surge em pequenas ondas, mas, com o tempo, vai tornando a pessoa mais forte, mais calma e capaz de enfrentar outras dificuldades”, afirma.

Luskin ensina seu método em sete passos e tem um site sobre o assunto. Ele mostra, por exemplo, que precisamos aprender, primeiro, a desculpar as pequenas atitudes do dia-a-dia.

As coisinhas que incomodam, como o fato de o seu parceiro ter esquecido de levar o cachorro para passear.

Outros pontos em que o psicólogo americano toca: cada um de nós deve reconhecer que ninguém é perfeito – inclusive a gente mesmo –, aceitar o que não podemos mudar e ter paciência consigo.

O pesquisador já exercitou o método de trabalho com casais, jovens e profissionais de empresas.

Uma de suas experiências mais marcantes foi um projeto realizado na Irlanda do Norte com famílias que perderam os filhos por causa da violência política e religiosa.

“Ao conseguir perdoar os assassinos de seus filhos, as mães deixaram a depressão e o pessimismo, adquirindo força para lidar com isso”, conta.

Para o teólogo Francisco Catão, escritor e professor de teologia do Centro Universitário Salesiano de São Paulo (Unisal), existem duas categorias de pessoas quando o assunto é perdoar: as que entendem o perdão e as que não entendem.

“Essa atitude é a caixa-preta da paz”, afirma.

E, assim como as teorias de Luskin e a técnica havaiana do oponopono, o teólogo Catão acredita que o ato de perdoar possibilita um grande aprendizado – sobre o outro e sobre si próprio – e coloca as relações humanas em outro patamar:

“É o nível do amor, o que falta na humanidade hoje”, finaliza. Então, que tal começar o ano treinando o perdoar?

Quem mais ganha com isso é você.

Fonte: Revista Bons Fluidos

Para o dia nascer feliz


As primeiras horas da manhã são as mais indicadas para as práticas espirituais, pois a mente está relaxada e tranquila.

Veja como orações e meditações logo ao sair da cama podem melhorar, e muito, o seu dia a dia.

Acredite... ações mais focadas, um maior equilíbrio emocional e um corpo mais relaxado durante o dia ... dependerá muito da qualidade do seu despertar. Por isso, vale a pena reservar algum tempinho pela manhã para se conectar com o que há de melhor dentro de você.

“Na Índia, o horário matinal é chamado de amrit vela, ou seja, a hora do néctar. É o momento ideal para meditar. A cidade e a natureza estão ainda adormecidas, tudo está mais calmo e sossegado, Também é o período em que os pulmões estão na sua mais alta atividade, facilitando a respiração e a captação de energia vital.

E não é só. Nesse período, existe uma introversão natural, fazendo com que a interiorização e o silêncio fiquem mais fáceis. Acontece uma vontade espontânea de estar quieta e falar pouco. Com isso, a conexão com Deus, o Ser Supremo, torna-se mais livre e desimpedida, sem estar obstruída por um excesso de pensamentos.

Embora a tradição hinduísta considere o período do amrit vela das três às cinco da manhã, podemos estendê-lo até o alvorecer, ou cerca de seis horas da manhã. É o horário em que podemos estabelecer “uma hora santa”, segundo Robin S. Sharma, autor do livro Descubra Seu Destino e do best-seller O Monge Que Vendeu Sua Ferrari (Verus).

“Use esses 60 minutos para literatura de sabedoria, meditar ou rezar, refletir sobre o estado atual de sua vida, o progresso dos seus sonhos e ideais ou o que você poderá fazer nas restantes horas do dia para que ele tenha mais sentido”, propõe.

“A realização desse ritual diariamente faz com que cada um viva o melhor de si”, garante...Sharma.

Os passos principais do “café da manhã” espiritual envolvem uma visualização logo ao acordar, um exercício físico- espiritual revigorante, uma meditação e leituras espirituais... mas, todas práticas tem que ser feitas antes da primeira refeição.

Caso não dê para fazer tudo, nada de estresse! Escolha uma das atividades sugeridas e inicie sua jornada de um jeito diferente.

Fonte: Revista Bons Fluidos

domingo, 5 de julho de 2009

Está Doendo??? Então Solta !!!!!!!!!!



Sabe quando você vive uma situação difícil, angustiante e que te incomoda? Quando você não sabe o que dizer, o que fazer ou como agir para que a dor passe ou ao menos diminua?

Pois vou te contar o que tenho descoberto, por experiência própria! Em primeiro lugar, observe a situação toda e, sobretudo, observe a si mesmo e os seus comportamentos.

Errou? Tente consertar e, de qualquer modo, peça desculpas!
Fez ou falou o que não devia? Explique-se, seja sincero, não tente esconder seu engano ou fingir que nada aconteceu... Valide a dor do outro, sempre.
Ta difícil conseguir uma nova chance? Dê um tempo. Espere... Às vezes, algumas noites bem dormidas e alguns dias sem a imposição de sua presença ou a insistência de suas tentativas são preponderantes para que os sentimentos bons sejam resgatados e para que um coração possa ser reconquistado.

Por fim, fez tudo isso e não deu certo? Não rolou? A pessoa até te perdoou, mas a massa desandou, a história se perdeu, os desejos esfriaram?!?

Você se sente inconformado, esmagado pelo arrependimento, atordoado pela tristeza do que poderia ter sido e não foi? Tem a sensação de que estragou tudo? Não sabe mais o que fazer para parar de doer? Acredite, só tem um jeito: solta!

A dor é conseqüência de um apego inútil! Deixa ir... Deixa rolar... Se você já fez o que podia fazer, tentou e não deu, confie na vida, confie no Universo e siga em frente. Pare de se lamentar, pare de se debater e de se perder cada vez mais, e tenha a certeza absoluta de que o que tiver de ser, será!

Quando essa certeza chega, é impressionante: a gente simplesmente relaxa e solta! E quando solta, a dor começa a diminuir, e a gente começa a compreender que está tudo certo, mesmo quando não temos a menor idéia de que certo é esse.

Mas quando menos esperamos tudo fica absolutamente claro!

Não se trata de desistir, mas de confiar! Isso é o que se chama FÉ! Isso é o que desejo a mim e a você, quando algo estiver doendo em nós...

Rosana Braga

2012 – Uma Nova Visão



Queridos amigos e amigas.
Percebendo o aumento, principalmente na internet, das mensagens e canalizações que falam em todo tipo de catástrofes, 2012, Nibiru, etc., colocarei algumas informações, conclusões de estudos e orientações espirituais com o intuito de trazer um “outro lado”, uma “outra perspectiva”, não para impor uma “verdade” e, sim, para que cada um tire suas próprias conclusões. Procurem pesquisar e estudar.
Lembrem que quando ignoramos informações e conhecimentos ligados a um assunto somos alvos fáceis do engano.
Visando sempre “o caminho da verdade” desejo que a paz e a misericórdia sejam ancoradas em cada um de seus corações.


A RESPEITO DAS CANALIZAÇÕES, MENSAGENS e CATÁSTROFES

Vamos a algumas considerações:

• Para que um ser tenha condições de alcançar uma freqüência capaz de se “conectar” com as consciências que chamamos de Hierarquia Espiritual de Amor e Luz (Mestres Ascensionados, Arcanjos, etc.), ele tem que ter uma “impecabilidade” em todos os sentidos. Isso significa que sua consciência e sua espiritualidade têm que se sobrepor a qualquer aspecto “terreno”. Do contrário as “mensagens e canalizações” que essas pessoas “recebem” estão intimamente ligadas aos aspectos da personalidade e, principalmente, da crença delas mesmas e de entidades espirituais que se encontram dentro de uma matrix de mentiras e manipulações. Isso não significa que uma pessoa não possua condições de chegar nesse nível. Há muitas pessoas que vibram no reto pensar, reto sentir e reto viver. E eu ainda não sou uma delas... rs.
• Nunca, em nenhuma circunstância, qualquer ser ou consciência que se encontre num patamar evolutivo superior, seja encarnada ou em outros planos dimensionais, alertará ou falará de CATÁSTROFES mesmo sabendo que alguma coisa está por vir. Isso é muito importante! Lembrem que nós, humanos, temos poder criador, somos co-criadores aqui na terceira dimensão e como tais, se alimentamos certos pensamentos, somos capazes de fazer com que eles realmente se concretizem.
• Uma consciência de amor e luz NUNCA vai “inserir” MEDO nas pessoas, mesmo colocando que não quer fazer isso e que essa mensagem é só uma alerta.
• Não existem pessoas escolhidas, países escolhidos, povos escolhidos, como tenho lido ultimamente em algumas mensagens: a HUMANIDADE TODA É A ESCOLHIDA!
• Consciências de Amor e Luz nunca, em nenhuma circunstância, nos colocam à prova, colocam condições ou nos punem por determinadas atitudes, pois Eles são possuidores de um dom que ainda não conhecemos por aqui: MISERICÓRDIA (compreensão)!
• A Terra é um planeta geologicamente novo! Ele ainda está se “ajeitando”, todos os movimentos e mudanças são comuns à sua evolução. É a humanidade (mais pobre) da Terra que por interesses (político-econômicos, etc.) de poucos se encontra “mal localizada” no planeta (em cima de rachaduras de placas tectônicas, nas encostas de morros devastados, próximos a rios, represas, etc.) e, obviamente, acaba sofrendo com essas transformações. E não estou esquecendo que muitas dessas “catástrofes” são descaradamente provocadas, mas esse é outro assunto.
• Discípulos que se dizem “ser” discípulos da luz e que estudam e praticam há tanto tempo ensinamentos deixados por grandes Mestres, NÃO DEVERIAM entrar em paranóia porque a onda vai vir, o mar vai subir e sair procurando um lugar para se refugiar... isso soa contraditório... CADÊ A CONSCIÊNCIA DO ETERNO, DO ESPÍRITO, DA VIDA ALÉM DESTA?
• A orientação que tenho das Consciências de Amor e Luz que me têm “acompanhado” nesses últimos anos é que NADA “grande” irá acontecer; apenas movimentos em lugares específicos. Ou seja, a Humanidade não corre risco de crise, pandemia ou de virar pó! Toda e qualquer informação a respeito desses assuntos visa levar as pessoas a se focalizarem em cheio na matrix de controle e a esquecerem o que realmente temos que fazer aqui na Terra. NÃO ENTREM NESSA!
• Se você acredita em Plano Avatárico, na encarnação de almas de elevado grau evolutivo (crianças chamadas de índigo, cristal etc.) para ajudar dentro dessa proposta, PENSE! Você tem idéia do trabalho que dá inserir esse projeto num planeta como a Terra, onde hoje alcançamos altos índices de negatividade? Agora que estamos conseguindo ancorar um pouco de luz (informação) ajudando a despertar muitas almas, essas Supra-Consciências vão deixar ir tudo água abaixo? NÃO!
• A Hierarquia Espiritual chamada de verdade, justiça, amor e misericórdia pede PARA ANCORARMOS A ESPERANÇA! LOGO, É A CERTEZA NUM MUNDO MELHOR, MUITO MELHOR! ELES NOS ALERTAM DE QUE NÓS, HUMANOS ,TEMOS, NO NÍVEL MATERIAL, TODAS - SIM! - TODAS AS FERRAMENTAS E CONHECIMENTOS TECNOLÓGICOS PARA REVERTER O ATUAL QUADRO DE DEGRADAÇÃO DO PLANETA. E TODOS OS DISCÍPULOS DA LUZ TÊM AS FERRAMENTAS ESPIRITUAIS PARA ACABAR LOGO COM TANTA NEGATIVIDADE E ANCORAR FOCOS DE LUZ, AMOR E FRATERNIDADE NA TERRA.

IMPORTANTE!
A RESPEITO DE 2012 E NIBIRU

2012

Com respeito a esta data devemos tomar algumas considerações:
1- Se consideramos a opinião de alguns estudiosos, entre ele Zacharias Sitchin, sabemos que Jesus nasceu no ano 6 ou 7 antes de Cristo. Se for assim o tal de 2012 já foi! Mesmo não tendo provas contundentes é uma hipótese que podemos considerar.
2- Os Maias nunca falaram em “2012”; essa data foi calculada posteriormente. Os Maias tinham vários calendários; um deles (mais antigo) era chamado de “Cuenta Larga”. Esse calendário usava uma unidade de tempo chamada Baktun. Para os Maias quando o 13 (décimo terceiro) Baktun chegasse ao término, estaria assinalando o fechamento de um ciclo. Cada Baktun tem 144.000 dias; vale a penas lembrar que esse calendário foi introduzido pelos OLMECAS no ano 3113 antes de Cristo.
Veja, a seguir, a escala de unidades ligadas a esse calendário.

• 1kin= 1 dia
• 1uinal=1kinX20=20dias
• 1tun=1kinX360=360dias
• 1katun=1tunX20=7200dias
• 1baktun=1katunX20=144.00dias
• 1pictun=1baktunX20=2.880.000dias

O CALCULO PARA CHEGAR À DATA DE 2012

Como o ciclo para os Maias “fechava” no término do 13 Baktun foi feito o seguinte cálculo:
144.000 (1 Baktun) X 13 = 1.872.000 dias
Este valor, 1.872.000, dividido pelo número de dias a partir do cálculo atual referente à quantidade de dia que tem um ano (365.25) dá como resultado o valor 5.125 anos.
Como a contagem desse calendário começou no dia 13 de agosto de 3113 AC, fazendo a operação 5.125 – 3113, obtemos esta data = 2012!
Mas vamos a outras considerações:
Fritz Buck, autor do livro O Calendário Maia na cultura de Tiahunacu, fez uma observação importante: o multiplicador e o divisor (usados para efetuar os cálculos) deveriam ser um número ligado ao próprio calendário; no caso, o matematicamente perfeito 360 e não 365.25.
Dessa forma, os 1.872.000 dias correspondentes aos 13 Baktun dividido por 360 dariam como resultado 5200 anos. O que representa, para quem conhece um pouco da história, 100 pacotes do número 52 (número de Quetzalcoalt).
Se esse cálculo estiver correto vemos que 5200 – 3113 = 2087!
Este seria, na verdade, o ano da finalização de um ciclo, do 13 Baktun, de um dos calendários Maias e não o final dos tempos ou fim do mundo.

NIBIRU

Pelas pesquisas e estudos da civilização sumeriana efetuados pelo fantástico Zecharia Sitchin sabemos que existe um astro que os Sumérios chamam de Nibiru cujo símbolo principal é uma cruz! Seu nome significa o “planeta que cruza”, “planeta da cruz”. Como seu nome o diz, ele literalmente cruza a elíptica do Sistema Solar em um tempo aproximado (correspondente à sua órbita) de 3600 anos.
O próprio Sitchin, no seu último livro (ainda não editado em português) chamado “O final dos tempos”, faz um cálculo exato da passagem de Nibiru, ou seja, dos momentos em que cruzou a elíptica do nosso Sistema Solar.
Vejamos este cálculo:
1- Antes do dilúvio transitou sem causar problemas ou catástrofes no sistema solar.
2- 10.900 antes de cristo (aproximadamente) tivemos o “Dilúvio”. Nesse momento algo mudou a órbita e trânsito de Nibiru aproximando-o da Terra e causando a maior catástrofe dos últimos milênios. De acordo com estudos astronômicos existe a possibilidade de que alguma coisa (Nibiru ou algumas das suas luas) tenha batido em Urano, fazendo com que ele ficasse “deitado” (seu eixo norte-sul está orientado para o Sol). Se esse fato for verdadeiro se explica o porquê da catástrofe que é chamada de dilúvio e porque a órbita de Nibiru passou de 3600 anos a 3450 anos aproximadamente.
3- A seguinte passagem de Nibiru foi em 7450 AC.
4- Logo 4000 AC, quando o próprio Anu (rei de Nibiru) visitou a Terra.
5- A última passagem foi no ano 556 AC.
6- E a próxima (seguindo essa contagem) seria no ano 2900 DC.

Ainda temos muito tempo pela frente e muito trabalho também!
Vamos juntar todas as nossas forças mentais e espirituais e usá-las para reconstruir nosso querido e paradisíaco planeta em todos os sentidos.
Procurando irradiar muita, mas muita luz, para que a humanidade saia das trevas da ignorância (todos podemos contribuir com isso) e seja definitivamente LIVRE e obtenha novamente o direito da ESCOLHA, porém conhecendo as Leis Universais. Que ela não seja mais enganada e manipulada como foi até hoje.

Na luz e na verdade.

Maio de 2009

Carina G Greco Freitas

Terapeuta Energética e Espiritual
Apometria Quântica.
Eteriatria e Cura Quântica.
Reiki Magnificado.
Essências Vibracionais Canopeanas.
Cursos e Palestras.
www.kaalash.com

- carina@kaalash.com

http://somostodosum.ig.com.br/clube/artigos.asp?id=18088.

sábado, 4 de julho de 2009

Preciso Falar de Você


Hoje eu preciso falar de você.

Falar o quanto me sinto bem quando você está ao meu lado.

Falar que meus dias se tornaram mais longos, pela maior permanência da LUZ, desde que voltastes para minha vida.

Falar do quanto me sinto querida por você.

Falar do imenso resgate que você trouxe para minha vida como um todo.

Falar o quanto é bom estar conversando com você... E sentir seu olhar intenso e profundo, aprovando tudo o que falo.

Falar do quanto é gratificante ver seus olhos brilhando quando estás ao meu lado.

Falar da doçura de seus beijos e abraços.

Falar da ternura de seu amor em meu corpo.

Falar da intensidade de nossas emoções.

Falar da falta que sinto quando estás longe.

Falar da admiração que tenho pela pessoa que você é.

Falar que mesmo no silêncio conseguimos nos comunicar... e isso é lindo.

Falar que mesmo diante de todas as dificuldades, me sinto forte e protegida, por que sei que você estará aonde chegarei.

Falar que o futuro a DEUS pertence... Que o melhor será realizado em nossas vidas... Mas... Também falar que a única coisa que desejo com toda a minha alma...

É que tudo isso que é tão especial e intenso...

SEJA ETERNO ENQUANTO TENHA QUE DURAR!

Thaís Brame

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Um encontro com Você


Talvez hoje ao acordar e se olhar no espelho, você tenha odiado a imagem que viu refletida... Talvez tenha detestado as rugas e as marcas que as experiências amargas deixaram esculpidas em seu rosto... Talvez tenha sentido um desânimo ao ver a tristeza refletida em seus olhos sem brilho... Talvez você se sentiu mal ao ver a expressão cansada e abatida de alguém tão desiludida com a vida... Talvez você não se conteve e viu uma lágrima rolar lentamente pela sua face contraída... Talvez você tenha se sentido culpada e, desesperada, blasfemou por ser esta pessoa...

Não se deixe iludir, pois a imagem que você viu no espelho não é o seu verdadeiro Eu. A imagem refletida no espelho não é a pessoa que você é, mas apenas a imagem momentânea de como você está se sentindo.

Tire a casca e o invólucro do que você viu... Jogue fora o entulho acumulado durante anos e, com os olhos da alma, veja a sua verdadeira imagem... Veja toda a sua beleza interior que existe dentro de você... Você é a maior criação divina... Você é o maior milagre de Deus... Você é um ser que nasceu para amar e ser amado e não para estar se odiando... Você sobreviveu, aprendeu e amadureceu com as experiências amargas... Remova a tristeza que não é sua, mas apenas está com você... Deixe a alegria genuína de sua criança interior realçar o brilho radiante dos seus olhos... Pegue um pouco da esperança infinita que ainda brota dentro de você, misture com uma dose de otimismo e limpe toda a desilusão que mancha seu coração.

Em vez de ficar se lamentando, dê graças a Deus por ser a pessoa maravilhosa que você é. Você é a centelha divina, feita à imagem e semelhança de Deus. Você tem o poder de amar e de ser amado, de dar e de receber, de sorrir e de se alegrar, de fazer escolhas, de aprender e de perseverar. Você tem a força interior para realizar os seus sonhos. Você tem todos os recursos de que você precisa para vencer os obstáculos e alcançar o tão sonhado sucesso. Apenas descubra todos esses recursos que existem dentro de você e acredite mais em você.

Perceba que, na sua essência, você é uma pessoa que tem paz interior, compaixão e plenitude. Você está conectado com o Criador e é parte integrante do Todo, do Universo.

Por tudo isso, levante a cabeça, ponha os ombros para trás, respire fundo, coloque um sorriso no lugar do lamento e veja e sinta a pessoa maravilhosa que você é.

Simplesmente, você... Muito MAIS VOCÊ...

(autor desconhecido)


Silêncio ...


Existe o silêncio que pode chamar-se vazio,porque está indicando que não há nada para dizer.

Às vezes, o vazio está escondido num excesso de palavras.

Existe o silêncio que, ao contrário, significa que tudo já foi dito.

E existe o silêncio da escuta.

Para escutar é preciso fazer silêncio, calar enquanto o outro fala.

Existe o silêncio da espera, da reflexão, do acolhimento, da admiração, da adoração, da contemplação.

Existe o silêncio habitado, pleno.

Existe o silêncio do pudor, da delicadeza, da renúncia, do isolamento, da defesa.

Existe o silêncio ofensivo, de ameaça, de cólera, de rancor, de desprezo,

de não-aceitação do outro.

Existe o silêncio de fechamento, de recusa, de escuta, de ruptura, de contato.

O silêncio deve ser cuidadosamente escutado.

Quando se calam todas as vozes, fala o silêncio.

Descobrir as palavras do silêncio é colher a essência de cada coisa, é ver o coração dos homens.

E amar é na verdade, ver o coração de uma pessoa, ver o invisível, ouvir o inaudível.

O silêncio, em sua única forma, tem muitos significados, ao contrário das

palavras que são em geral, uma diferente da outra, tendo, cada uma, seu

significado próprio.

O silêncio precisa, por isso, ser reconhecido através de seus muitos significados.

O silêncio é comunicação, porque se é ausência de palavras, não é ausência

de sentido, não é privação de uma linguagem, de uma trama comunicativa.

O silêncio é sempre altamente eloqüente, mas só para quem é capaz de

reconhecer o sentido que nele se esconde, para quem é capaz de interpretar

corretamente o motivo que o determina e lhe dá forma.

Pensando bem, o silêncio é, muitas vezes, mais eloqüente e significativo

do que qualquer outra modalidade de comunicação interpessoal, porque

é o caminho de acesso ao segredo da pessoa.

Isto, quando o silêncio é o máximo da intensidade e do recolhimento.

Nada de mim está longe de mim ou fora de mim no instante do silêncio.

Nenhuma palavra pode comunicar a totalidade, a unidade, a vivência do meu ser.

O inefável que sou eu no meu ser profundo, só pode ser comunicado através do meu silêncio, mais além de todas as palavras que são sempre fragmentárias e que podem dizer só o que é dizível.

(autor desconhecido)

terça-feira, 30 de junho de 2009

Ser transparente é difícil?



Ontem pensei muito na transparência do Ser.

Muitos acontecimentos que tive em minha vida nos últimos tempos, me levaram a ter essa reflexão.

Sentei para escrever e dividir meus pensamentos com vocês .

Como não existe o acaso ... Chegou em minhas mãos um texto que expressa verdadeiramente tudo o que eu gostaria de escrever.

Esse texto foi escrito por Rosana Braga ... Uma pessoa com certeza especial, mas, que eu não conheço ... e que poderia passar por mim ... sem que eu pudesse ter o prazer de abraça-la e agradecer por seu belíssimo texto.

Fica aqui o meu OBRIGADO

Espero que vocês façam uma boa reflexão.

Luz e paz sempre.

Namastê!

Thaís Brame

“Às vezes, fico me perguntando porque é tão difícil ser transparente? Costumamos acreditar que ser transparente é simplesmente ser sincero, não enganar os outros. Mas ser transparente é muito mais do que isso. É ter coragem de se expor, de ser frágil, de chorar, de falar do que a gente sente... Ser transparente é desnudar a alma,é deixar cair as máscaras, baixar as armas, destruir os imensos e grossos muros que nos empenhamos tanto para levantar...
Ser transparente é permitir que toda a nossa doçura aflore, desabroche, transborde! Mas infelizmente, quase sempre,a maioria de nós decide não correr esse risco. Preferimos a dureza da razão à leveza que exporia toda a fragilidade humana. Preferimos o nó na garganta às lágrimas que brotam do mais profundo de nosso ser...
Preferimos nos perder numa busca insana por respostas imediatas à simplesmente nos entregar e admitir que não sabemos, que temos medo! Por mais doloroso que seja ter de construir uma máscara que nos distancia cada vez mais de quem realmente somos, preferimos assim: manter uma imagem que nos dê a sensação de proteção... E assim, vamos nos afogando mais e mais em falsas palavras, em falsas atitudes, em falsos sentimentos.
Não porque sejamos pessoas mentirosas, mas apenas porque nos perdemos de nós mesmos e já não sabemos onde está nossa brandura, nosso amor mais intenso e não-contaminado. Com o passar dos anos, um vazio frio e escuro nos faz perceber que já não sabemos dar e nem pedir o que de mais precioso temos a compartilhar, doçura, compaixão... a compreensão de que todos nós sofremos, nos sentimos
sós, imensamente tristes e choramos baixinho antes de dormir, num silêncio que nos remete a uma saudade desesperada de nós mesmos... daquilo que pulsa e grita dentro de nós, mas que não temos coragem de mostrar àqueles que mais amamos!
Porque, infelizmente, aprendemos que é melhor revidar, descontar,agredir, acusar,criticar e julgar do que simplesmente dizer: "você está me machucando... pode parar, por favor?". Porque aprendemos que dizer isso é ser fraco, é ser bobo, é ser menos do que o outro. Quando, na verdade, se agíssemos com o coração, poderíamos evitar tanta dor, tanta dor... Sugiro que deixemos explodir toda a nossa doçura! Que consigamos não prender o choro, não conter a gargalhada, não esconder tanto o nosso medo,não desejar parecer tão invencível.
Que consigamos não tentar controlar tanto, responder tanto, competir tanto, que consigamos docemente viver, sentir, amar... E que você seja não só razão, mas também coração, não só um escudo, mas também sentimento.
Seja transparente, apesar de todo o risco que isso possa significar.


por Rosana Braga

domingo, 28 de junho de 2009

EGO, O FALSO CENTRO


Um texto muito bom de Osho, ser que atingiu a iluminação aos 21 anos.

Se você busca eliminar aquele que é o último apego, o último desejo, enfim, o eu inferior, então leia até o fim:

O primeiro ponto a ser compreendido é o ego.

Uma criança nasce sem qualquer conhecimento, sem qualquer consciência de seu próprio eu. E quando uma criança nasce, a primeira coisa da qual ela se torna consciente não é ela mesma; a primeira coisa da qual ela se torna consciente é o outro. Isso é natural, porque os olhos se abrem para fora, as mãos tocam os outros, os ouvidos escutam os outros, a língua saboreia a comida e o nariz cheira o exterior. Todos esses sentidos abrem-se para fora. O nascimento é isso.

Nascimento significa vir a este mundo, o mundo exterior. Assim, quando uma criança nasce, ela nasce neste mundo. Ela abre seus olhos, vê aos outros. O "outro" significa o tu. Ela primeiro se torna consciente da mãe. Então, pouco a pouco, ela se torna consciente de seu próprio corpo. Este também é o outro, também pertence ao mundo. Ela está com fome e passa a sentir o corpo; quando sua necessidade é satisfeita, ela esquece o corpo.

É desta maneira que a criança cresce.

Primeiro ela se torna consciente do você, do tu, do outro, e então, pouco a pouco, contrastando com você, tu, ela se torna consciente de si mesma. Essa consciência é uma consciência refletida. Ela não está consciente de quem ela é. Ela está simplesmente consciente da mãe e do que esta pensa a seu respeito. Se a mãe sorri, se ela aprecia a criança, se diz: "Você é bonita", se ela a abraça e a beija, a criança sente-se bem a respeito de si mesma. Agora um ego está nascendo. Através da apreciação, do amor, do cuidado, ela sente que é boa, ela sente que tem valor, ela sente que tem importância. Um centro está nascendo. Mas esse centro é um centro refletido. Ela não é o ser verdadeiro. A criança não sabe quem ela é; ela simplesmente sabe o que os outros pensam a seu respeito.

E esse é o ego: o reflexo, aquilo que os outros pensam. Se ninguém pensa que ela tem alguma utilidade, se ninguém a aprecia, se ninguém lhe sorri, então, também, um ego nasce - um ego doente, triste, rejeitado, como uma ferida; sentindo-se inferior, sem valor. Isso também é o ego. Isso também é um reflexo.

Primeiro a mãe - e mãe, no início, significa o mundo. Depois os outros se juntarão à mãe, e o mundo irá crescendo. E quanto mais o mundo cresce, mais complexo o ego se torna, porque muitas opiniões dos outros são refletidas. O ego é um fenômeno acumulativo, um subproduto do viver com os outros. Se uma criança vive totalmente sozinha, ela nunca chegará a desenvolver um ego. Mas isso não vai ajudar. Ela permanecerá como um animal. Isso não significa que ela virá a conhecer o seu verdadeiro eu, não. O verdadeiro pode ser conhecido somente através do falso, portanto, o ego é uma necessidade. Temos que passar por ele. Ela é uma disciplina. O verdadeiro pode ser conhecido somente através da ilusão. Você não pode conhecer a verdade diretamente. Primeiro você tem que conhecer aquilo que não é verdadeiro. Primeiro você tem que encontrar o falso. Através desse encontro, você se torna capaz de conhecer a verdade. Se você conhece o falso como falso, a verdade nascerá em você.

O ego é uma necessidade; é uma necessidade social, é um subproduto social. A sociedade significa tudo o que está ao seu redor, não você, mas tudo aquilo que o rodeia. Tudo, menos você, é a sociedade. E todos refletem. Você irá para a escola e o professor refletirá quem você é. Você fará amizade com outras crianças e elas refletirão quem você é. Pouco a pouco, todos estão adicionando algo ao seu ego, e todos estão tentando modificá-lo, de tal forma que você não se torne um problema para a sociedade.

Eles não estão interessados em você. Eles estão interessados na sociedade.
A sociedade está interessada nela mesma, e é assim que deveria ser. Ela não está interessada no fato de que você deveria se tornar um conhecedor de si mesmo. Interessa-lhe que você se torne uma peça eficiente no mecanismo da sociedade. Você deveria ajustar-se ao padrão. Assim, estão tentando dar-lhe um ego que se ajuste à sociedade. Ensinam-lhe a moralidade. Moralidade significa dar-lhe um ego que se ajustará à sociedade. Se você for imoral, você será sempre um desajustado em um lugar ou outro.

É por isso que colocamos os criminosos nas prisões - não que eles tenham feito alguma coisa errada, não que ao colocá-los nas prisões iremos melhorá-los, não. Eles simplesmente não se ajustam. Eles criam problemas. Eles têm certos tipos de egos que a sociedade não aprova. Se a sociedade aprova, tudo está bem.

Um homem mata alguém - ele é um assassino. E o mesmo homem, durante a guerra, mata milhares - e torna-se um grande herói. A sociedade não está preocupada com o homicídio, mas o homicídio deveria ser praticado para a sociedade - então tudo está bem. A sociedade não se preocupa com moralidade.

Moralidade significa simplesmente que você deve se ajustar à sociedade.

Se a sociedade estiver em guerra, a moralidade muda. Se a sociedade estiver em paz, existe uma moralidade diferente. A moralidade é uma política social. É diplomacia. E toda criança deve ser educada de tal forma que ela se ajuste à sociedade; e isso é tudo, porque a sociedade está interessada em membros eficientes. A sociedade não está interessada no fato de que você deveria chegar ao autoconhecimento. A sociedade cria um ego porque o ego pode ser controlado e manipulado. O eu nunca pode ser controlado e manipulado. Nunca se ouviu dizer que a sociedade estivesse controlando o eu - não é possível. E a criança necessita de um centro; a criança está absolutamente inconsciente de seu próprio centro. A sociedade lhe dá um centro e a criança pouco a pouco fica convencida de que este é o seu centro, o ego dado pela sociedade.

Uma criança volta para casa - se ela foi o primeiro aluno de sua classe, a família inteira fica feliz. Você a abraça e a beija, e você coloca a criança no colo e começa a dançar e diz: "Que linda criança! Você é um motivo de orgulho para nós." Você está dando um ego a ela. Um ego sutil. E se a criança chega em casa abatida, fracassada, um fiasco - ela não pode passar, ou ela tirou o último lugar - então ninguém a aprecia e a criança sente-se rejeitada. Ela tentará com mais afinco na próxima vez, porque o centro se sente abalado. O ego está sempre abalado, sempre à procura de alimento, de alguém que o aprecie. É por isso que você está continuamente pedindo atenção.

Ouvi contar:
Mulla Nasrudin e sua esposa estavam saindo de uma festa, e Mulla disse:
"Querida, alguma vez alguém já lhe disse que você é fascinante, linda, maravilhosa?"

Sua esposa sentiu-se muito, muito bem, ficou muito feliz. Ela disse: "Eu me pergunto por que ninguém jamais me disse isso."
Nasrudin disse: "Mas então de onde você tirou essa idéia?"

Você obtém dos outros a idéia de quem você é. Não é uma experiência direta. É dos outros que você obtém a idéia de quem você é. Eles modelam o seu centro.

Esse centro é falso, porque você contém o seu centro verdadeiro. Este não é da conta de ninguém. Ninguém o modela, você vem com ele. Você nasce com ele. Assim, você tem dois centros. Um centro com o qual você vem, que lhe é dado pela própria existência. Este é o eu. E o outro centro, que lhe é dado pela sociedade - o ego. Ele é algo falso - e é um grande truque. Através do ego a sociedade está controlando você. Você tem que se comportar de uma certa maneira, porque somente então a sociedade o aprecia. Você tem que caminhar de uma certa maneira: você tem que rir de uma certa maneira; você tem que seguir determinadas condutas, uma moralidade, um código. Somente então a sociedade o apreciará, e se ela não o fizer, o seu ego ficará abalado. E quando o ego fica abalado, você já não sabe onde está, quem você é. Os outros lhe deram a idéia.

Essa idéia é o ego.

Tente entendê-lo o mais profundamente possível, porque ele tem que ser jogado fora. E a menos que você o jogue fora, nunca será capaz de alcançar o eu. Por estar viciado no centro, você não pode se mover, e você não pode olhar para o eu. E lembre-se, vai haver um período intermediário, um intervalo, quando o ego estará despedaçado, quando você não saberá quem você é, quando você não saberá para onde está indo, quando todos os limites se dissolverão. Você estará simplesmente confuso, um caos.

Devido a esse caos, você tem medo de perder o ego. Mas tem que ser assim. Temos que passar através do caos antes de atingir o centro verdadeiro. E se você for ousado, o período será curto. Se você for medroso e novamente cair no ego, e novamente começar a ajeitá-lo, então, o período pode ser muito, muito longo; muitas vidas podem ser desperdiçadas.

Ouvi dizer:
Uma criancinha estava visitando seus avós. Ela tinha apenas quatro anos de idade. De noite, quando a avó a estava fazendo dormir, ela de repente começou a chorar e a gritar:
"Eu quero ir para casa. Estou com medo do escuro."
Mas a avó disse:
"Eu sei muito bem que em sua casa você também dorme no escuro; eu nunca vi a luz acesa: Então por que você está com medo aqui?"
O menino disse:
"Sim, é verdade - mas aquela é a minha escuridão. Esta escuridão é completamente desconhecida."

Até mesmo com a escuridão você sente: "Esta é minha."

Do lado de fora - uma escuridão desconhecida. Com o ego você sente: "Esta é a minha escuridão." Pode ser problemática, pode criar muitos tormentos, mas ainda assim, é minha. Alguma coisa em que se segurar, alguma coisa em que se agarrar, alguma coisa sob os pés; você não está em um vácuo, não está em um vazio. Você pode ser infeliz, mas pelo menos você é.

Até mesmo o ser infeliz lhe dá uma sensação de "eu sou". Afastando-se disso, o medo toma conta; você começa a sentir medo da escuridão desconhecida e do caos - porque a sociedade conseguiu clarear uma pequena parte do seu ser... É o mesmo que penetrar em uma floresta. Você faz uma pequena clareira, você limpa um pedaço de terra, você faz um cercado, você faz uma pequena cabana; você faz um pequeno jardim, um gramado, e você sente-se bem. Além de sua cerca - a floresta, a selva. Aqui tudo está bem; você planejou tudo. Foi assim que aconteceu. A sociedade abriu uma pequena clareira em sua consciência. Ela limpou apenas uma pequena parte completamente e cercou-a. Tudo está bem ali. Todas as suas universidades estão fazendo isso. Toda a cultura e todo o condicionamento visam apenas limpar uma parte, para que você possa se sentir em casa ali.

E então você passa a sentir medo. Além da cerca existe perigo. Além da cerca você é, tal como dentro da cerca você é - e sua mente consciente é apenas uma parte, um décimo de todo o seu ser. Nove décimos estão aguardando no escuro. E dentro desses nove décimos, em algum lugar, o seu centro verdadeiro está oculto.

Precisamos ser ousados, corajosos. Precisamos dar um passo para o desconhecido.

Por um certo tempo, todos os limites ficarão perdidos.

Por um certo tempo, você vai sentir-se atordoado.

Por um certo tempo, você vai sentir-se muito amedrontado e abalado, como se tivesse havido um terremoto.

Mas se você for corajoso e não voltar para trás, se você não voltar a cair no ego, mas for sempre em frente, existe um centro oculto dentro de você, um centro que você tem carregado por muitas vidas.

Esta é a sua alma, o eu.

Uma vez que você se aproxime dele, tudo muda, tudo volta a se assentar novamente. Mas agora esse assentamento não é feito pela sociedade. Agora, tudo se torna um cosmos e não um caos; nasce uma nova ordem. Mas esta não é a ordem da sociedade - é a própria ordem da existência. É o que Buda chama de Dharma, Lao Tsé chama de Tao, Heráclito chama de Logos. Não é feita pelo homem. É a própria ordem da existência.

Então, de repente tudo volta a ficar belo, e pela primeira vez, realmente belo, porque as coisas feitas pelo homem não podem ser belas. No máximo você pode esconder a feiúra delas, isso é tudo. Você pode enfeitá-las, mas elas nunca podem ser belas. A diferença é a mesma que existe entre uma flor verdadeira e uma flor de plástico ou de papel. O ego é uma flor de plástico, morta. Não é uma flor, apenas parece com uma flor. Até mesmo lingüisticamente, chamá-la de flor está errado, porque uma flor é algo que floresce. E essa coisa de plástico é apenas uma coisa e não um florescer. Ela está morta. Não há vida nela. Você tem um centro que floresce dentro de você. Por isso os hindus o chamam de lótus - é um florescer. Chamam-no de o lótus das mil pétalas. Mil significa infinitas pétalas. O centro floresce continuamente, nunca para, nunca morre. Mas você está satisfeito com um ego de plástico. Existem algumas razões para que você esteja satisfeito. Com uma coisa morta, existem muitas vantagens. Uma é que a coisa morta nunca morre. Não pode - nunca esteve viva. Assim você pode ter flores de plástico, e de certa forma elas são boas. Elas são permanentes; não são eternas, mas são permanentes. A flor verdadeira, a flor que está lá fora no jardim, é eterna, mas não é permanente. E o eterno tem uma maneira própria de ser eterno. A maneira do eterno é nascer muitas e muitas vezes... e morrer. Através da morte, o eterno se renova, rejuvenesce.

Para nós, parece que a flor morreu - ela nunca morre. Ela simplesmente troca de corpo, assim está sempre fresca. Ela deixa o velho corpo e entra em um novo corpo. Ela floresce em algum outro lugar, nunca deixa de estar florescendo.

Mas não podemos ver a continuidade porque a continuidade é invisível. Vemos somente uma flor, outra flor; nunca vemos a continuidade. Trata-se da mesma flor que floresceu ontem. Trata-se do mesmo sol, mas em um traje diferente.

O ego tem uma certa qualidade - ele está morto. É de plástico. E é muito fácil obtê-lo, porque os outros o dão a você. Você não o precisa procurar; a busca não é necessária para ele. Por isso, a menos que você se torne um buscador à procura do desconhecido, você ainda não terá se tornado um indivíduo. Você é simplesmente uma parte da multidão. Você é apenas uma turba. Quando você não tem um centro autêntico, como você pode ser um indivíduo? O ego não é individual. O ego é um fenômeno social - ele é a sociedade, não é você. Mas ele lhe dá um papel na sociedade, uma posição na sociedade. E se você ficar satisfeito com ele, você perderá toda a oportunidade de encontrar o eu.

E por isso você é tão infeliz.

Com uma vida de plástico, como você pode ser feliz? Com uma vida falsa, como você pode ser extático e bem-aventurado? E esse ego cria muitos tormentos, milhões deles. Você não pode ver, porque se trata da sua escuridão. Você está em harmonia com ela. Você nunca reparou que todos os tipos de tormentos acontecem através do ego? Ele não o pode tornar abençoado; ele pode somente torná-lo infeliz.

O ego é o inferno.

Sempre que você estiver sofrendo, tente simplesmente observar e analisar, e você descobrirá que, em algum lugar, o ego é a causa do sofrimento. E o ego continua encontrando motivos para sofrer.

Uma vez eu estava hospedado na casa de Mulla Nasrudin. A esposa estava dizendo coisas muito desagradáveis a respeito de Mulla Nasrudin, com muita raiva, aspereza, agressividade, muito violenta, a ponto de explodir. E Mulla Nasrudin estava apenas sentado em silêncio, ouvindo. Então, de repente, ela se voltou para ele e disse: "Então, mais uma vez você está discutindo comigo!" Mulla disse: "Mas eu não disse uma única palavra!"

A esposa replicou: "Sei disso - mas você está ouvindo muito agressivamente." Você é um egoísta, como todos são. Alguns são muito grosseiros, evidentes, e estes não são tão difíceis. Outros são muito sutis, profundos, e estes são os verdadeiros problemas.

O ego entra em conflito com outros continuamente porque cada ego está extremamente inseguro de si mesmo. Tem que estar - ele é uma coisa falsa. Quando você nada tem nas mãos, mas acredita ter algo, então haverá um problema. Se alguém disser: "Não há nada", imediatamente começa a briga porque você também sente que não há nada. O outro o torna consciente desse fato. O ego é falso, ele não é nada.

E você também sabe isso.

Como você pode deixar de saber isso? É impossível! Um ser consciente - como pode ele deixar de saber que o ego é simplesmente falso? E então os outros dizem que não existe nada - e sempre que os outros dizem que não existe nada, eles batem numa ferida, eles dizem uma verdade - e nada fere tanto quanto a verdade. Você tem que se defender, porque se você não se defende, se não se torna defensivo, onde estará você?

Você estará perdido. A identidade estará rompida.

Assim, você tem que se defender e lutar - este é o conflito. Um homem que alcança o eu nunca se encontra em conflito algum. Outros podem vir e entrar em choque com ele, mas ele nunca está em conflito com ninguém.

Aconteceu de um mestre Zen estar passando por uma rua. Um homem veio correndo e o golpeou duramente. O mestre caiu. Logo se levantou e voltou a caminhar na mesma direção na qual estava indo antes, sem nem ao menos olhar para trás. Um discípulo estava com o mestre. Ele ficou simplesmente chocado. Ele disse:
"Quem é esse homem? O que significa isso? Se a gente vive desta maneira, qualquer um pode vir e nos matar. E você nem ao menos olhou para aquela pessoa, quem é ela, e por que ela fez isso?"

O mestre disse: "Isso é problema dela, não meu."

Você pode entrar em choque com um iluminado, mas esse é seu problema, não dele. E se você fica ferido nesse choque, isso também é problema seu. Ele não o pode ferir. É como bater contra uma parede - você ficará machucado, mas a parede não o machucou.

O ego sempre está procurando por algum problema. Por quê?

Porque se ninguém lhe dá atenção o ego sente fome. Ele vive de atenção.

Assim, mesmo se alguém estiver brigando e com raiva de você, mesmo isso é bom, pois pelo menos você está recebendo atenção. Se alguém o ama, isso está bem. Se alguém não o está amando, então até mesmo a raiva servirá. Pelo menos a atenção chega até você. Mas se ninguém estiver lhe dando qualquer atenção, se ninguém pensa que você é alguém importante, digno de nota, então como você vai alimentar o seu ego?

A atenção dos outros é necessária.

Você atrai a atenção dos outros de milhões de maneiras; veste-se de um certo jeito, tenta parecer bonito, comporta-se bem, torna-se muito educado, transforma-se. Quando você sente o tipo de situação que está ocorrendo, você imediatamente se transforma para que as pessoas lhe dêem atenção. Esta é uma forma profunda de mendicância. Um verdadeiro mendigo é aquele que pede e exige atenção. Um verdadeiro imperador é aquele que vive em sua interioridade; ele tem um centro próprio, não depende de mais ninguém.

Buda sentado sob sua árvore Bodhi... Se o mundo inteiro de repente vier a desaparecer, isso fará alguma diferença para Buda? - nenhuma. Não fará diferença alguma, absolutamente. Se o mundo inteiro desaparecer, não fará diferença alguma porque ele atingiu o centro.

Mas você, se sua esposa foge, se ela pede divórcio, se ela o deixa por outro, você fica totalmente em pedaços - porque ela lhe dava atenção, carinho, amor, estava sempre à sua volta, ajudando-o a sentir-se alguém. Todo o seu império está perdido, você está simplesmente despedaçado. Você começa a pensar em suicídio. Por quê? Por que, se a esposa o deixa, você deveria cometer suicídio? Por que, se o marido a deixa, você deveria cometer suicídio? Porque você não tem um centro próprio. A esposa estava lhe dando o centro; o marido estava lhe dando o centro.

É assim que as pessoas existem. É assim que as pessoas se tornam dependentes umas das outras. É uma profunda escravidão. O ego tem que ser um escravo. Ele depende dos outros. E somente uma pessoa que não tenha ego é, pela primeira vez, um mestre; ela deixa de ser uma escrava. Tente entender isso. E comece a procurar o ego - não nos outros, isso não é da sua conta, mas em você. Toda vez que se sentir infeliz, imediatamente feche os olhos e tente descobrir de onde a infelicidade está vindo, e você sempre descobrirá que é o falso centro que entrou em choque com alguém.

Você esperava algo e isso não aconteceu. Você esperava algo e justamente o contrário aconteceu - seu ego fica estremecido, você fica infeliz. Simplesmente olhe, sempre que estiver infeliz, tente descobrir a razão.

As causas não estão fora de você.

A causa básica está dentro de você - mas você sempre olha para fora, você sempre pergunta:
Quem está me tornando infeliz?
Quem está causando minha raiva?
Quem está causando minha angústia?

E se olhar para fora, você não perceberá. Simplesmente feche os olhos e olhe para dentro. A origem de toda a infelicidade, a raiva, a angústia, está oculta dentro de você; é o seu ego.

E se você encontrar a origem, será fácil ir além dela. Se você puder ver que é o seu próprio ego que lhe causa problemas, você vai preferir abandoná-lo - porque ninguém é capaz de carregar a origem da infelicidade, uma vez que a tenha entendido.

E lembre-se, não há necessidade de abandonar o ego.

Você não o pode abandonar.

Se você o tentar abandonar, estará apenas conseguindo um outro ego mais sutil, que diz: "Tornei-me humilde".
Não tente ser humilde. Isso é o ego novamente; às escondidas, mas não morto.

Não tente ser humilde.

Ninguém pode tentar ser humilde e ninguém pode criar a humildade através do próprio esforço - não. Quando o ego já não existe, uma humildade vem até você. Ela não é uma criação. É uma sombra do seu verdadeiro centro.

E um homem realmente humilde não é nem humilde nem egoísta. Ele é simplesmente simples.

Ele nem ao menos se dá conta de que é humilde.

Se você se dá conta de que é humilde, o ego continua existindo. Olhe para as pessoas humildes... Existem milhões que acreditam ser muito humildes. Eles se curvam com facilidade, mas observe-as - elas são os egoístas mais sutis. Agora a humildade é a sua fonte de alimento. Elas dizem: "Eu sou humilde", e olham para você esperando que você as valorize. Gostariam que você dissesse: "Você é realmente humilde, na verdade, você é o homem mais humilde do mundo; ninguém é tão humilde quanto você." E então observe o sorriso que surge em seus rostos.

O que é o ego? O ego é uma hierarquia que diz: "Ninguém se compara a mim." Ele pode se alimentar da humildade - "Ninguém se compara a mim, sou o homem mais humilde. Aconteceu certa vez:
Um faquir - um mendigo - estava orando em uma mesquita, de madrugada, enquanto ainda estava escuro. Era um dia religioso qualquer para os muçulmanos, e ele estava orando e dizendo:
"Eu não sou ninguém, eu sou o mais pobre dos pobres, o maior pecador entre os pecadores."

De repente havia mais uma pessoa orando. Era o imperador daquele país, e ele não havia percebido que havia mais alguém ali orando - estava escuro e o imperador também estava dizendo:
"Eu não sou ninguém. Eu não sou nada. Eu sou apenas um vazio, um mendigo à sua porta."

Quando ouviu que mais alguém estava dizendo a mesma coisa, o imperador disse:
"Pare! Quem está tentando me superar? Quem é você? Como ousa dizer, diante do imperador, que você não é ninguém, quando ele está dizendo que não é ninguém?"

É assim que o ego funciona. Ele é tão sutil! Suas maneiras são tão sutis e astutas; você deve estar muito, muito alerta, somente então você o perceberá. Não tente ser humilde. Apenas tente ver que todo o tormento, toda a angústia vem através dele.

Apenas observe! Não há necessidade de o abandonar. Você não o pode abandonar. Quem o abandonará? Então o abandonador se tornará o ego. Ele sempre volta. Faça o que fizer, fique de fora, olhe, e observe. Qualquer coisa que você faça - modéstia, humildade, simplicidade - nada vai ajudar. Somente uma coisa é possível, e esta é simplesmente observar e ver que o ego é a origem de toda a infelicidade. Não diga isso. Não repita isso.

Observe.

Porque se eu disser que ele é a origem de toda a infelicidade e você repetir isso, então será inútil. Você tem que chegar a esse entendimento. Sempre que você estiver infeliz, apenas feche os olhos e não tente encontrar alguma causa externa. Tente perceber de onde está vindo essa miséria. Ela está vindo do seu próprio ego.

Se você continuamente percebe e compreende, e a compreensão de que o ego é a causa chega a se tornar profundamente enraizada, um dia você repentinamente verá que ele desapareceu. Ninguém o abandona - ninguém o pode abandonar. Você simplesmente vê; ele simplesmente desapareceu, porque a própria compreensão de que o ego é a causa de toda a infelicidade, se torna o abandonar. A própria compreensão significa o desaparecimento do ego. E você é tão brilhante em perceber o ego nos outros. Qualquer um pode ver o ego do outro. Mas quando se trata do seu, surge o problema - porque você não conhece o território, você nunca viajou por ele. Todo o caminho em direção ao divino, ao supremo, tem que passar através desse território do ego. O falso tem que ser entendido como falso. A origem da miséria tem que ser entendida como a origem da miséria - então ela simplesmente desaparece.

Quando você sabe que ele é o veneno, ele desaparece.

Quando você sabe que ele é o fogo, ele desaparece.

Quando você sabe que este é o inferno, ele desaparece.

E então você nunca diz: "Eu abandonei o ego." Então você simplesmente ri de toda esta história, dessa piada, pois você era o criador de toda a infelicidade.

Eu estava olhando alguns desenhos de Charlie Brown. Em uma cena ele está brincando com blocos, construindo uma casa com blocos de brinquedo. Ele está sentado no meio dos blocos, levantando as paredes. Chega um momento em que ele está cercado: ele levantou paredes em toda a volta. E ele começa a gritar:

"Socorro, socorro!"

Ela fez a coisa toda! Agora ele está cercado, preso. Isso é infantil, mas é justamente o que você fez. Você fez uma casa em toda a sua volta, e agora você está gritando: "Socorro, socorro!" E o tormento se torna um milhão de vezes maior - porque há os que socorrem, estando eles próprios no mesmo barco.

Aconteceu de uma mulher muito atraente ir ao psiquiatra pela primeira vez. O psiquiatra disse:
"Aproxime-se, por favor."
Quando ela chegou mais perto, ele simplesmente deu um salto, abraçou e beijou a mulher.
Ela ficou chocada.
Então ele disse:
"Agora sente-se. Isso resolve o meu problema, agora, qual é o seu?"

O problema se multiplica, porque há pessoas que querem ajudar, estando no mesmo barco. E elas gostariam de ajudar, porque quando você ajuda alguém, o ego se sente muito bem, porque você é um grande salvador, um grande guru, um mestre; você está ajudando tantas pessoas! Quanto maior a multidão de seus seguidores, melhor você se sente.

Mas você está no mesmo barco - você não pode ajudar.

Pelo contrário, você prejudicará.

Pessoas que ainda têm os seus próprios problemas não podem ser de muita ajuda. Somente alguém que não tenha problemas próprios o pode ajudar. Somente então existe a clareza para ver, para ver através de você. Uma mente que não tem problemas próprios pode vê-lo, você se torna transparente. Uma mente que não tem problemas próprios pode ver através de si mesma; por isso ela torna-se capaz de ver através dos outros.

No ocidente existem muitas escolas de psicanálise, muitas escolas, e nenhuma ajuda está chegando às pessoas, mas em vez disso, causam danos. Porque as pessoas que estão ajudando as outras, ou tentando ajudar, ou pretendendo ser de ajuda, encontram-se no mesmo barco.

É difícil ver o próprio ego.

É muito fácil ver o ego dos outros. Mas esse não é o ponto, você não os pode ajudar.

Tente ver o seu próprio ego. Simplesmente observe.

Não tenha pressa de o abandonar, simplesmente observe. Quanto mais você observa, mais capaz você se torna. De repente, um dia, você simplesmente percebe que ele desapareceu. E quando ele desaparece por si mesmo, somente então ele realmente desaparece. Não existe outra maneira. Você não o pode abandonar prematuramente.

Ele cai exatamente como uma folha seca.

A árvore não está fazendo nada - apenas uma brisa, uma situação, e a folha seca simplesmente cai. A árvore nem mesmo percebe que a folha seca caiu. Ela não faz qualquer barulho, ela não faz qualquer anúncio - nada. A folha seca simplesmente cai e se despedaça no chão, apenas isso. Quando você tiver amadurecido através da compreensão, da consciência, e tiver sentido com totalidade que o ego é a causa de toda a sua infelicidade, um dia você simplesmente vê a folha seca caindo. Ela pousa no chão e morre por si mesma. Você não fez nada, portanto você não pode afirmar que você a deixou cair. Você vê que ela simplesmente desapareceu, e então o verdadeiro centro surge.

E este centro verdadeiro é a alma, o eu, o deus, a verdade, ou como o quiser chamar.

Ele é inominável, assim todos os nomes são bons.

Você pode lhe dar qualquer nome, aquele que preferir.

Extraído do livro "Além das Fronteiras da Mente"

Referência: Biografia de Osho;
Osho world


 
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